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O tempo passa e as preocupações ecológicas aumentam. Até quando?
As preocupações ecológicas tem sido desde há muito tempo, sejam por parte de ecologistas, ambientalistas, naturalistas e alguns governos, fatos de debates, simpósios, conferencias e outras atividades relativas.
Fontes inesgotáveis de teorizações, aprendizados e soluções teóricas, que na sua grande maioria de nada tem adiantado na conscientização da humanidade.
Fato é que, concretamente, temos assistido a poluição exagerada, desmatamentos excessivos, e quanto mais se precise vencer demandas e concorrências, mais se acelera o processo produtivo, também tanto mais se polui, degrada e produz lixo de toda espécie imaginável.
É o materialismo exacerbado em ação!
Na verdade, já sujamos os rios, a terra, o mar, o ar e o céu. Veja nesta carta do Presidente Juscelino em Setembro 1958, onde ele fala sobre suas preocupações com nossas matas e outras causas.
Reproduzi na integra suas palavras escritas, mostrando o teor do documento retirado do livro “Síntese Cronológica do Governo de J.K.”, datado de 03/Set/ 1958.
Depois que o caro leitor ler esta carta, pesquise se a ordem dada por Juscelino ao seu ministro teve resultado efetivo.
Segue a carta de JK.
Disse o Presidente Juscelino Kubischek, por carta ao seu Ministro da Agricultura.
Em 03 de setembro de 1958.
“Senhor Ministro da Agricultura,
A devastação de nossas matas está assumindo proporções de verdadeira calamidade nacional.
Por toda à parte, em minhas viagens pelo interior do país, tenho observado as graves conseqüências desse desgaste imprevidente de nossas florestas, dilapidadas e empobrecidas em suas riquezas por processos primitivos de exploração, quer para fins industriais, quer para ulterior aproveitamento agrícola.
Nem mesmo os sítios de turismo das adjacências da Capital da República vêm sendo poupados a essa mutilação.
Dia a dia se multiplicam as cicatrizes que os desfiguram e que têm origem nas derrubadas e queimadas indiscriminadamente feitas.
Urge promover um efetivo entrosamento dos órgãos responsáveis pela conservação do nosso patrimônio vegetal, de modo a evitar dispersão de esforços e a permitir que se coíba, por todos os meios, a ação dos devastadores.
A conservação do solo, a proteção dos mananciais, a preservação dos microclimas e da regularidade do regime pluviométrico – elementos indispensáveis ao equilíbrio ecológico – exigem a desvelada e persistente defesa do nosso painel florístico, como imperativo superior da economia e do bem estar da nossa coletividade.
Impõe-se providências que não visem apenas a impedir a dissipação da nossa riqueza florestal, mas igualmente permitam a recomposição das matas devastadas.
Com tal objetivo, esse Ministério deverá instituir, imediatamente, um Grupo de Trabalho, que formule um plano de ação pronta e eficaz.
Tal plano, deverá estar ultimado antes de 21 do corrente, dia consagrado à árvore, a fim de que possamos iniciar, nesse ensejo, a execução de amplo programa de reflorestamento e defesa do nosso patrimônio florestal”.
Leitores Amigos,
Meus sinceros agradecimentos a todos que tem estado nos prestigiando neste espaço, àqueles que, tão sinceramente tem deixado seus incentivos de suma importância, para que busquemos sempre uma melhora de qualidade em tudo que tentamos apresentar, com o intuito de nos tornarmos melhores seres humanos nesta face da terra.
Recebam o meu abraço e o nosso muito obrigado!
Até sábado que vem!
Beijos do poeta,
José dos Reis Santos
Um pouco do autor...
Sou paulista de Ituverava, mas resido em Cornélio Procópio/PR. Lancei meu livro de poemas em agosto passado, pela Faculdade de Filosofia e Letras do Estado do Paraná. Sou considerado, autor, escritor e poeta. Escrevi desde artigos para revistas locais, até peças teatrais circenses, e também para a comunidade local. Fundei um micro jornal comunitário.
Sou presidente da Unacop (União das Associações de Moradores de C.P.). Tenho várias participações na comunidade, todas de forma voluntária, creio que a primeira responsabilidade dos homens sobre a terra, é tornar este mundo somente de pessoas felizes. Devemos proprocionar isso, pois somente pessoas felizes têm sentimentos felizes para compartilhar!
José dos Reis Santos
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